Democratas, 10 anos na oposição

Em janeiro deste ano deste ano o Democratas completou dez anos na oposição ao governo federal. É um feito e tanto para um partido que se opôs de maneira consistente a um governo que vê a oposição não como um adversário político, mas um inimigo a ser dizimado.

Durante esse anos, a ideia da responsabilidade fiscal foi um dos princípios do partido, apesar de o governo atual estar começando a relaxar com essa importante política ao risco de jogar pelo ralo duas décadas de avanços.

O Democratas também pagou um preço por não transigir com abusos dos próprios companheiros e obrigá-los a sair da agremiação, ao contrário do Partido dos Trabalhadores, que abriga e celebra seus corruptos. 

No período em que o Democratas esteve na oposição, o mundo foi beneficiado por uma grande onda de crescimento econômico. O Brasil conseguiu pegar a rabeira desse processo e avançou de maneira medíocre em comparação aos seus colegas de continente latino-americanos e de economia emergente. Se as previsões se confirmarem, o Brasil será o País que menos irá crescer na América do Sul durante o governo da presidente Dilma Rousseff.

Mas apenas esse sopro medíocre de crescimento interno (em relação ao resto dos colegas) garantiu um avanço social inédito. O atual governo foi hábil o suficiente para tomar para si uma série de fatores que resultaram nesse desenvolvimento. O PT chegou ao ponto de se apropriar da paternidade de medidas que historicamente sempre se opôs.

Além disso, mesmo contando com alta popularidade e enorme base no Congresso, o governo não se esforçou em preparar o Brasil para eventuais dificuldades econômicas apontadas para os países emergentes. Estamos à mercê de conjunturas internas e externas que não estão sob controle do governo.

O aumento de renda dos brasileiros ocorreu sem um esforço paralelo em ações como melhora da infraestrutura, da saúde e da educação. Nossas estradas, portos e aeroportos estão entre os piores do mundo, a saúde completamente sucateada e o sistema de educação engatinha nos testes de avaliação internacional.

Para o Democratas, a oposição não é apenas um direito, mas um dever com a população brasileira. 

Ronaldo Caiado é o novo líder do Democratas

O goiano Ronaldo Caiado é o líder do Democratas em 2013. O deputado foi escolhido em reunião da bancada no último domingo noite (3) realizada em Brasília. Em seu quinto mandato na Câmara Federal, Caiado vai liderar os deputados do Democratas pela segunda vez. A bancada também escolheu o deputado Mendonça Filho como líder para ano de 2014. Em suas primeiras palavras como líder, Ronaldo Caiado reafirmou a unidade e disposição do partido para conduzir debates de alto nível este ano no Congresso Nacional. "Vamos fazer um jogo com ideias, propostas e base técnica, não vamos fazer o jogo da oposição baixando o nível. Sempre nos preparamos para o debate. Então, o debate será em alto nível", ressaltou.

 

Oposição reage à eleição de Renan para presidente do Senado

A oposição reagiu à eleição já prevista do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) para a Presidência do Senado. O líder do Democratas José Agripino (RN) lembrou que a Casa elegeu o intérprete do Legislativo no Brasil e frisou: ao contrário do Judiciário – que passa por um momento de boa análise perante a sociedade depois do julgamento do mensalão -, o Senado terá de dar respostas ao povo brasileiro sobre suas escolhas. “O Poder Legislativo precisa se respeitar e para isso tem que ser respeitado como autoridade. Falo como líder e presidente de um partido que quer o melhor para o Brasil, que deseja que o Congresso Nacional seja reconhecido por trabalhar para o bem do meu país”, disse José Agripino, que declarou apoio ao senador Pedro Taques (PDT-MT), candidato da oposição.

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Eleição confirma Vitor Penido e Jayme Campos em cargos da Mesa

O deputado mineiro Vitor Penido é o representante do Democratas na Mesa Diretora da Câmara Federal nos próximos dois anos. Penido foi eleito terceiro suplente com 402 votos no pleito dos novos dirigentes da Casa ocorrido nessa segunda-feira (4). “Eu tive 402 votos, com uma diferença muito pequena para o mais votado. Isso é altamente gratificante para qualquer homem público depois desse tempo todo que estou na política e meu segundo mandato como deputado federal”, afirmou. No Senado, Jayme Campos foi eleito segundo suplente da segunda secretaria da Casa. O senador ocupou nos últimos dois anos a presidência de uma das comissões mais importantes do Senado, a Comissão de Assuntos Sociais.

 

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