Em dia com a Economia

Prezada amiga,

 

Prezado amigo,

 

Tenho três notícias: uma boa, outra ruim e uma terceira que, infelizmente, é péssima.  Primeiro a boa: finalmente o Banco Central parece estar acertando o passo na direção dos juros menores. Tanto que, pela primeira vez desde o final de 2003, início do governo Lula, a taxa de 9,25% ao ano ficou abaixo dos dois dígitos. Elogiei a decisão do Banco Central e espero novas reduções para que o brasileiro deixe de pagar as maiores taxas de juros do planeta, como vinha acontecendo há tanto tempo.

A má notícia é que o Produto Interno Bruto (a soma dos bens e serviços produzidos no país mais conhecido pela sigla PIB) caiu 1,8% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. São seis meses seguidos de retração forte,  uma vez que no último trimestre de 2008 o PIB já havia registrado queda de 3,6%. 

A péssima notícia é que os investimentos produtivos caíram 12,6% no primeiro trimestre, mais que os 9,8% do quarto trimestre. Em vez de buscar as causas deste tombo na economia tão prejudicial a todos nós, o governo insiste que o pior já passou e que a recuperação está garantida. Trata-se de avaliação extremamente política dos fatos, para conservar a popularidade do presidente da República. A realidade, para nossa tristeza, não é assim.  O emprego na indústria despencou e os investimentos produtivos ainda não voltaram.

Não devemos, portanto, cair no conto do discurso político eleitoral do governo. A verdade é que estamos em meio a um mundo que enfrenta a pior recessão desde os anos 80. Tanto que  crescimento da economia de quase todos os países deverá ser negativo  neste ano. No Brasil, se o PIB de 2009 terminar com crescimento zero, já será considerado um resultado positivo. As dificuldades, porém, não me desanimam.  Muito pelo contrário. Confio em dias melhores.

Acredito que vamos avançar se o governo continuar reduzindo os juros, se acelerar de verdade os investimentos, se der prioridade a uma política permanente de redução de impostos e, principalmente,  se não  brincar com a política fiscal (passando a controlar as despesas de pessoal e de custeio que cresceram muito nos primeiros meses do ano). Tenho certeza que se essas correções forem feitas poderemos crescer bem mais que a média mundial e garantir a criação dos empregos e a garantia da renda para todos os brasileiros.

 

É isso, feliz Dia dos Namorados para os queridos filiados e as queridas filiadas.

 

Um forte abraço,

 

 

Democratas vai convocar General Felix

O presidente do Democratas, deputado Rodrigo Maia (RJ), informa que o Democratas convocará o general Jorge Felix, ministro chefe do Gabinete Militar para explicar ao Congresso e à sociedade as razões que levaram o governo a criar um Núcleo do Centro de Coordenação das Atividades de Prevenção e Combate ao Terrorismo no Brasil. "Vamos convocar o general na próxima semana, precisamos saber as razões que levaram o governo a criar este núcleo agora e quais são os riscos que exigem, pela primeira vez na história, a criação de um nucleo anti-terror no Brasil", afirma. Uma das explicações para a criação deste núcleo anti-terror é que o país passou a ser terreno fértil para terroristas se ocultarem em razão da cobertura dada ao terrorista italiano Cesare Batistti pelo ministro da Justiça, Tarso Genro. Dirigentes das FARC colombianas também recebem tratamento de primeira no Brasil. Terrorista da FARC conseguiu até emprego público para a mulher, na Presidência da República. 
       
      

 

CPI da Petrobras: governo quer interferir nas investigações

O líder do Democratas no Senado, José Agripino (RN), disse que o partido vai se reunir o quanto antes com o PSDB para discutir estratégias a fim de impedir mais um adiamento da instalação da CPI da Petrobras. Essa é a segunda vez que a instalação da comissão é adiada. Nessa quarta-feira (10), senadores governistas esvaziaram a sessão da CPI e conseguiram adiar o início dos trabalhos. De acordo com Agripino, a manobra da base aliada é a prova da intenção do Palácio do Planalto de interferir nas investigações sobre a estatal. “Fomos à reunião porque queremos cumprir o nosso dever e obrigação: investigar. Se os outros senadores não foram é porque existe uma claríssima interferência do Executivo nas investigações”, ressaltou. Apenas os senadores Álvaro Dias (PSDB-PR), Antonio Carlos Magalhães Junior (BA) e Sérgio Guerra (PSDB-PE), membros titulares da CPI, compareceram à sessão. Além do líder José Agripino, também esteve presente o líder tucano Arthur Virgílio (PSDB-AM). “O governo está com medo de ser investigado. E é por isso que queremos saber, investigar e devolver a Petrobras melhor ao Brasil”, assegurou o parlamentar.

      
     

 

DEM contra o contrabando em MPs

O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), acatou nesta terça-feira (9) questão de ordem do Democratas que pediu a recusa de emendas que não tratem do tema original da Medida Provisória (MP) que for analisada em plenário. O líder do Partido, deputado Ronaldo Caiado (GO), tomou tal iniciativa após ver que cada relator de MP embutia assuntos sem qualquer relação com o tema. Caiado disse que a partir de agora a oposição poderá analisar e discutir MPs de acordo com o que ela realmente trata. "Na Medida Provisória nº 460, que propõe a discussão da diminuição da carga tributária sobre material de construção, de repente, a partir dela, altera-se o Código de Processo de Civil, criam-se cargos. Quer dizer, virou algo inimaginável, inaceitável, inadmissível", exemplificou o líder. Temer afirmou ainda que recomenda a formação de comissão para tratar de cada medida antes dela ir a plenário, conforme está previsto em resolução do Congresso. Caso contrário, é a partir daí que ele vai recusar emendas estranhas, apelidadas de "contrabando".

 

 

Municípios vão parcelar dívidas com INSS

A Câmara dos Deputados aprovou a MP 457/09, que parcela dívidas dos municípios com a Previdência. A MP permite que os municípios parcelem, em 20 anos, as dívidas vencidas até 31 de janeiro de 2009 com o INSS. O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) disse que a aprovação da medida é um estímulo aos prefeitos. “Se os prefeitos soubessem a força que têm, essa medida seria aprovada com muito mais benefícios”. Aleluia afirmou ainda que os prefeitos devem se mobilizar para reverter os impactos causados pela redução dos repasses ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Um dos motivos para esse déficit é a diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), anunciada pelo governo nos últimos meses. Tal medida originou um rombo de R$ 2,1 bilhões dos repasses aos cofres municipais. “São os prefeitos que levam o país nas costas. São eles que realmente podem mudar o atual cenário político que vivemos”, afirmou Aleluia.

 

Efraim assume Comissão Especial do Estatuto da Juventude

O deputado Efraim Filho (PB) assumiu nesta terça-feira (9) a segunda vice-presidência da Comissão Especial responsável por analisar o Projeto de Lei 4529/04, que cria o Estatuto da Juventude. O projeto regulamenta os direitos assegurados às pessoas entre 15 e 29 anos. O principal objetivo da Comissão segundo o deputado é criar oportunidades de trabalho e capacitação para jovens de todo o País. O democrata informa que o Brasil tem carência de projetos que realmente funcionem, uma vez que o Programa Nacional do Primeiro Emprego (PNPE) e o Pró-Jovem decepcionaram. "É preciso criar um Estatuto da Juventude que possibilite o incentivo à juventude e que acabe de uma vez, com essa história de o jovem ser a grande maioria na fila dos desempregados", disse. A próxima reunião da Comissão será no dia 17, às 14 horas.
      
      
     

 

Fundação promove debate sobre a Crise Econômica Mundial e o Brasil

A Fundação Liberdade e Cidadania, órgão de estudo do Democratas, realizou na última segunda-feira, 8, em São Paulo, debate sobre a Crise Econômica Mundial. O evento, que trouxe para o debate Kenneth Rogoff, da Harvard Universit, PHD em Economia, e o ex-ministro Pedro Malan, PHD em Economia pela Universidade de Berkeley, lotou o teatro do Hotel Renaissance. Na abertura, o presidente da Fundação, o deputado José Carlos Aleluia (BA), destacou a importância de se debater o assunto e frisou que o evento seria apartidário, mas com o propósito de tornar mais claro para todos a situação a atual situação de crise no Brasil. "Tenho certeza de que vamos sair daqui hoje com idéias mais claras sobre a situação de crise que atinge tanto o Brasil quanto os outros países", disse o deputado. O evento reuniu lideranças políticas como o ex-presidente Fernando Henrique, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o presidente do DEM, Rodrigo Maia, o líder do Democratas na Câmara, Ronaldo Caiado, deputados, senadores, empresários e estudantes.
      
     

 

Saiba mais

 

Leitura Dinâmica

PAC: ilusões e realidades - Eduardo Sciarra, Jornal da Câmara

Corte suprema e autoritarismo - Cesar Maia, Folha de S. Paulo

Preservação ou morte! - Rodrigo Maia, Diário de Petrópolis

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