Apagão do ``Modelo Dilma´´

Prezado amigo filiado,

Prezada amiga filiada,

No momento em que o povo brasileiro sofre as consequências do apagão que atingiu metade do país, a Comissão Executiva Nacional do Democratas exige que a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, explique por que impôs um modelo de gestão atrasado e vulnerável ao sistema elétrico. O "modelo Dilma" tem como pilar o aparelhamento nocivo do Estado.

O Democratas espera que a ministra assuma as suas responsabilidades, uma vez que, tão grave quanto ser culpada pela imposição de um modelo equivocado, é fugir na hora de explicar à Nação o que realmente aconteceu e está acontecendo no sistema de abastecimento de energia.

O apagão na terça-feira, 10 de novembro, afetou diretamente a segurança pública nas ruas, nas casas, nos prédios, nos comércios, prejudicou o transporte público, a distribuição de água, paralisou o atendimento nos hospitais, UTIs, provocou pesadas perdas de produção na indústria, causando o que se pode chamar de "caos generalizado".

Mudar o atual modelo do setor elétrico, promover investimentos, dar fim ao aparelhamento são obrigações do governo ou continuaremos sujando a matriz energética, as tarifas continuarão cresecendo e poderemos ter novos apagões. O Democratas informa ao país que seguirá de forma intransigente sua linha de defesa dos interesses do povo brasileiro.

É isso, um forte abraço e até a semana que vem,

 

 

Aleluia responsabiliza Dilma por apagão

Em documento divulgado nesta quinta-feira pela Executiva Nacional, o Democratas exigiu que a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, explique por que impôs um modelo de gestão atrasado e vulnerável ao sistema elétrico. O vice-presidente do DEM, deputado Aleluia disse que o partido espera que a ministra assuma as suas responsabilidades. O Ministério Público Federal (MPF) afirmou que abriu processo administrativo sobre o apagão e deu ontem prazo de 72 horas ao governo para que explique as causas do incidente. Na Câmara dos Deputados, foi criada uma comissão externa, suprapartidária, para acompanhar as investigações sobre o blecaute. "Devemos ouvir engenheiros, não só professores, mas aqueles que tenham amassado o barro, que conheçam o assunto", disse o vice-líder do DEM e integrante da comissão, José Carlos Aleluia (BA). "Se for para fazer espetáculo, estou fora. Não tenho nenhum interesse em ouvir o Lobão e Dilma. Eles não têm nada a contribuir. Quero ouvir quem entende", acrescentou.

 

 

Trilogia do governo: apagão moral, aéreo e elétrico

O líder do Democratas na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), apresentou nesta quarta-feira, 11, requerimento à Mesa da Câmara, que solicita informações ao Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, sobre o apagão. O partido também quer ouvir o ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau, o atual secretário de energia elétrica da pasta, Josias Mattos e, pedir explicações à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. "O apagão anterior foi provocado pela escassez de chuva. Desta vez, não há desculpa, os reservatórios estão lotados, a capacidade de gerar energia é máxima. A questão é que o governo não investe e a ministra Dilma Rousseff atesta sua total incompetência para gerir qualquer assunto", disse o líder. Caiado advertiu ainda para o fato de que, o governo concentrou os investimentos em energia elétrica, e agora mostra-se totalmente ineficiente na hora de gerenciar a crise. "Vão colocar a culpa em quem? A aprovação dos requerimentos se faz urgente para que haja uma explicação aos milhares de brasileiros que sofreram prejuízo", indignou-se.

 

Marco regulatório defeituoso pode gerar outro apagão

Na opinião do líder José Agripino, a falta de investimento em conseqüência de um marco regulatório defeituoso foi o provável motivo que levou ao apagão de energia elétrica em 18 cidades brasileiras. "O problema do apagão está no modelo do marco regulatório. O presidente Lula afirmou que o Brasil é um exemplo de investidor na interligação de energia elétrica, mas o apagão de ontem mostrou claramente que estamos diante de um mega problema: o modelo adotado pelo país não conduz à modernidade", disse. Segundo o senador, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, então ministra de Minas de Energia, em 2005, terá de responder pela falência do governo. Dilma foi uma das maiores defensoras da implantação do novo marco regulatório: em que a energia velha e energia nova estão no mesmo grau de produção. Agripino defende que a energia nova tenha mais compensações. O senador encaminhou à Mesa do Senado requerimento pedindo ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, quanto foi investido pelos setores público e privado na produção de energia em todas as regiões brasileiras.

 

Pré-sal: Modelo de partilha aproxima o Brasil a países como a Venezuela

Sob forte crítica por parte da bancada do Democratas, integrantes da comissão que analisa o Projeto de Lei (PL) 5938/09 - que trata da partilha da camada pré-sal - aprovaram nessa quarta-feira (11) o texto base da matéria. Parte da sessão se concentrou no debate sobre a disputa da divisão dos royalties entre os estados produtores e não-produtores. Uma discussão que para o presidente do Democratas e integrante do colegiado, Rodrigo Maia (RJ), serviu apena para tirar o foco das questões mais relevantes em torno do projeto. O DEM e o PSDB votaram contra o parecer, argumentando que o modelo de partilha é pior do que o atual modelo de concessão."Nós votamos contra esse projeto porque concentra de forma absurda o poder na mão de União. Além disso, porque é um projeto atrasado em que o Brasil se aproxima de países como Venezuela, Irã e até da Líbia", declarou o parlamentar. "Acho que caímos numa armadilha, que teve até briga, por uma discussão que não é o principal, mas um pano de fundo", acrescentou.

 

Leitura Dinâmica

A proposta do governo compromete o pré-sal - Eduardo Sciarra

O Brasil real e Copenhague - Kátia Abreu, O Estado de S. Paulo

Formadores de opinião - Cesar Maia, Folha de S. Paulo

 

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