Miséria se combate com geração de emprego, diz líder Agripino

O senador José Agripino (RN) disse que um dos principais caminhos para acabar com a miséria no Brasil é por meio da geração de emprego. O parlamentar referia-se ao anúncio divulgado nessa terça-feira (19) pela presidente Dilma Rousseff de que o governo federal vai dar “fim à miséria no Brasil”. O caminho, segundo a chefe do Executivo, será por meio da complementação até que a renda dos 2,5 milhões de beneficiários do Bolsa Família ainda considerados extremamente pobres, segundo o Cadastro Único, alcance o valor R$ 70.

Ou seja, se a pessoa ganha R$ 50, receberá do governo mais R$ 20. “O que nós estamos assistindo, com o lançamento de mais 2,5 milhões de alistados, é uma coisa muito boa, por um lado, e muito perigosa, por outro, porque eu temo que essa massa de população muito pobre que está deixando de ser pobre se habitue aos favores do governo, que eu não sei até quando poderão ser concedidos, e percam o estímulo ao que o jovem dos Estados Unidos, ou da Colômbia, ou do Peru, ou do Chile, ou do Uruguai busca fazer, que é, pelas condições que lhe são oferecidas de educação, de preparo, de profissionalização, obter o emprego, este sim o alforria da pobreza”, frisou o senador.

Agripino lembrou o caso do efeito do Bolsa Família no município de Guariba, no Piauí. Os índices de pobreza da cidade caíram já que a renda pública foi doada a pessoas muito pobres que deixaram de ser miseráveis. “Mas o que está ocorrendo hoje em Guariba é uma monumental migração de jovens, que não têm oportunidade de emprego e estão indo embora da cidade. Eles, que têm uma dignidade a preservar e que entendem que pobreza não é combatida com doação de um salário de Bolsa Família, mas sim com bom emprego, estão indo embora. O melhor da nossa população, que é a nossa juventude, precisa ser valorizada por meio do emprego”, concluiuO senador José Agripino (RN) disse que um dos principais caminhos para acabar com a miséria no Brasil é por meio da geração de emprego. O parlamentar referia-se ao anúncio divulgado nessa terça-feira (19) pela presidente Dilma Rousseff de que o governo federal vai dar "fim à miséria no Brasil". O caminho, segundo a chefe do Executivo, será por meio da complementação até que a renda dos 2,5 milhões de beneficiários do Bolsa Família ainda considerados extremamente pobres, segundo o Cadastro Único, alcance o valor R$ 70.

Ou seja, se a pessoa ganha R$ 50, receberá do governo mais R$ 20. "O que nós estamos assistindo, com o lançamento de mais 2,5 milhões de alistados, é uma coisa muito boa, por um lado, e muito perigosa, por outro, porque eu temo que essa massa de população muito pobre que está deixando de ser pobre se habitue aos favores do governo, que eu não sei até quando poderão ser concedidos, e percam o estímulo ao que o jovem dos Estados Unidos, ou da Colômbia, ou do Peru, ou do Chile, ou do Uruguai busca fazer, que é, pelas condições que lhe são oferecidas de educação, de preparo, de profissionalização, obter o emprego, este sim o alforria da pobreza", frisou o senador.

Agripino lembrou o caso do efeito do Bolsa Família no município de Guariba, no Piauí. Os índices de pobreza da cidade caíram já que a renda pública foi doada a pessoas muito pobres que deixaram de ser miseráveis. "Mas o que está ocorrendo hoje em Guariba é uma monumental migração de jovens, que não têm oportunidade de emprego e estão indo embora da cidade. Eles, que têm uma dignidade a preservar e que entendem que pobreza não é combatida com doação de um salário de Bolsa Família, mas sim com bom emprego, estão indo embora. O melhor da nossa população, que é a nossa juventude, precisa ser valorizada por meio do emprego", concluiu.

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